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Cloud Server – Conheça mais sobre seu rápido crescimento

22/05/2015

Algumas tendências da internet surgem e desaparecem rapidamente, mas outras se consolidam e, com o tempo, se desenvolvem ainda mais. É o caso da computação em nuvem. Os “Cloud Servers” estão se tornando mais comuns e também mais acessíveis, seja em termos de preços ou mesmo de oferta e disponibilidade.

Até pouco tempo atrás, muitas empresas brasileiras em busca de soluções realmente escaláveis de Cloud Server tinham de recorrer a serviços do exterior. Contudo, hoje em dia, empresas fornecedoras de servidores em nuvem nacionais possuem qualidade, estrutura e suporte para aplicações escaláveis em patamar idêntico aos melhores provedores de web hosting do mundo.

Crescimento na América
Nos Estados Unidos a tendência de adoção do Cloud Server está seguindo em passos mais adiantados. Apenas em 2014, empresas investiram US$ 13 bilhões em serviços de Cloud Computing e hosting gerenciado, e para os próximos cinco anos espera-se uma alta anual de 44% nesses investimentos.

Estamos vivendo a era do “big data” – aplicações e serviços online trafegam diariamente uma imensidão de dados na rede e seus servidores dobram, triplicam e multiplicam o volume de informações armazenado, às vezes em questão de horas. Nesse cenário, soluções que possuem uma possibilidade de dar “saltos” rápidos em termos de capacidade, espaço em disco e mesmo recursos de processamento, se tornam cada vez mais necessárias para manter o bom funcionamento de uma empresa.

Por que a tendência avança?
Um Cloud Server, assim como os servidores dedicados, evitam que uma empresa tenha de arcar com os gastos tradicionais de manter servidores físicos em seu escritório ou edifício, como sistemas de ar condicionado, manutenção de fios e cabos, compra e atualização de software e hardware e alocação de equipes de TI responsáveis. Contudo, ele possui uma vantagem adicional – pode ser expandido ou reduzido à medida que o cliente utiliza ou não novos recursos.

As vantagens apresentadas por empresas que migram para o sistema, em diversas pesquisas de mercado realizadas nos EUA e Europa, apontam diversas razões para a mudança:

  • Redução de custos;
    Diminuição dos gastos com equipes de TI;
    Melhoria nas operações envolvendo a web e sistemas na nuvem;
    Maior integração com sistemas de clientes e fornecedores;
    Facilidade de uso e gerenciamento.

No Brasil, ainda avançamos a passos um pouco mais discretos – muitas empresas, tradicionalistas, ainda desconfiam da prática de “deixar” seus dados nas mãos de outras empresas. Algumas delas, no entanto, começam a compreender que em parques de computadores de bons provedores de Cloud Server, softwares e sistemas de backup são mais eficientes e rápidos, além de não tomar tempo e recursos, e também as estratégias e métodos para contenção de ameaças virtuais, que vão de vírus e trojans até elaborados ataques a bancos de dados, são mais eficazes e comprovadas internacionalmente.

Atrás dos grandes
Mas talvez o que o empresário brasileiro precisava era apenas de algum “líder” para seguir. Nos últimos anos, grandes conglomerados privados do país, além de algumas empresas públicas e autarquias, passaram a operar parcial ou totalmente na nuvem.

Com os grandes fazendo uso da novidade, muitas pequenas empresas já consideram a possibilidade de aposentar as velhas “salinhas do servidor” em seus escritórios e, por mais que esse seja um passo gradual, a revolução já começa a tomar corpo.

Ao longo dos próximos cinco anos, provavelmente teremos muito poucas empresas no país ainda utilizando servidores locais e tecnologias claramente ultrapassadas. Pressionadas por clientes, fornecedores, concorrentes e até mesmo usuários finais, essas empresas terão de superar seu receio e migrar para a nova tecnologia.

em: Tecnologia

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